Entenda a monetização a partir da publicidade nativa

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Entenda a monetização a partir da publicidade nativa

Como ter uma boa monetização na web? Eis a questão! Qualquer pessoa na sociedade moderna e capitalista tem o entendimento de que precisa ter diferencial para conseguir aquilo que chamamos de “algo a mais” em seu nicho de atuação.

No empreendedorismo online, não seria diferente, então esse diferencial pode ser uma promoção, uma solução para o público-alvo, enfim, algo que atraia clientes e alavanque resultados, garantindo monetização.

Nos últimos tempos, como a publicidade nativa vem ganhando força, muito se pergunta sobre como é possível ter monetização a partir dessa nova estratégia de marketing. Esse é nosso tema de hoje. Acompanhe com a gente!

O que é monetização?

Bom, monetização é a capacidade de colocar algo à venda e obter lucro a partir desse produto ou serviço. Evidentemente, não é tão simples fazer isso, porque você tem que oferecer algo que interesse a seu público potencial e fazer com que ele visualize algo referente aos seus interesses e reaja da forma a ter o impulso pela compra. Você, então, precisa agregar interesse à sua marca, via conteúdo, e, assim, conquistar resultados favoráveis de conversão.

Como se dá uma monetização de sucesso? Dá-se quando você conhece o seu público, sabendo dos seus hábitos e o seu comportamento no ambiente on ou offline. Desse modo, você consegue estabelecer uma série de estratégias, com vistas a atrair o cliente para a compra — de preferência, fidelizando-o.

O que é publicidade nativa?

Trata-se de algo muito praticado na atualidade pelos especialistas em marketing.

É uma forma de atingir seu público de forma suave, inserindo o seu produto de maneira orgânica em um conteúdo que você está disponibilizando.

Por exemplo, blogs que falam de nutrição. Falar de uma barra de cereais sem açúcar — o produto que você deseja comercializar — no meio de um texto que explica o porquê de essa substância fazer mal à saúde em longo prazo.

Outro exemplo: um texto falando sobre os perigos da nicotina e indicando, de forma sutil, um terapeuta com a promessa de fazer você parar de fumar em duas sessões — o seu serviço —, entre tantos outros.

O que mudou na monetização com a publicidade nativa?

Antes da ascensão da publicidade nativa, os anúncios eram muito genéricos, não se falando em segmentação. Dessa forma, se, por um lado, muito mais gente via uma determinada publicidade, o efeito sobre o público era o de invasão — experiência muito comum na época do outbound marketing.

Os resultados acabavam não sendo positivos, com ROI baixo, já que os espaços publicitários eram muito caros e, para compensar financeiramente tal investimento, as vendas precisavam ser massivas; o que nem sempre ocorria.

Com o advento da web, os consumidores começaram a ter maior poder para definir o que gostariam — ou não — de ver. Inclusive por meio de aplicativos de bloqueio de publicidade — segundo pesquisa da PageFair, chegando a 41% dos usuários, só em 2015. Dessa forma, os especialistas precisaram pensar em como sobreviver a essa nova realidade.

Assim, começou-se a levar em conta a ideia de segmentação — de público e de mensagem. Como consequência desse processo, a propaganda começa a ser quase um “não marketing”, pois é a publicidade nativa, ou seja, orgânica, naturalmente localizável por parte do cliente.

Essa nova abordagem tem ajudado a melhorar o ROI das campanhas, já que elas ficam mais lucrativas; afinal, o “discurso” é voltado para quem deseja ouvi-lo – e, naturalmente, a quem está mais propenso a pagar pelo produto.

Como exemplo, temos os 4 bilhões de dólares arrecadados por empresas que praticam publicidade nativa, segundo dados do eMarketer; até 2018, o faturamento será o dobro!

Para que você faça a sua própria estratégia de publicidade nativa, busque o apoio de especialistas. Esse é o caso da Ycontent, que pode poupar seu tempo, fazendo tudo isso que descrevemos aqui para promover seu produto ou empresa.

Se você, então, quer ter ideias diferentes da maioria e fazer atualizações a cada vez que surgir algo melhor no mercado — sabemos como é a tecnologia atual nesse mundo ligeiro —, tem que cumprir metas estabelecidas por seus superiores, precisa otimizar o lucro da empresa, precisa mostrar resultados realmente convincentes e extremamente positivos.

Como unir monetização à publicidade nativa?

É, então, chegada a etapa de mapear o comportamento do seu cliente, de forma que você possa atingi-lo da melhor maneira, sempre focando despertar seu interesse.

Por isso que a monetização, por meio da publicidade nativa, é tão eficaz para que você se destaque e tenha as melhores soluções. Faça o que chamamos de segmentação: de todos os usuários da internet, por exemplo, faça um recorte definindo seu público-alvo, considerando: idade, classe social, nível escolar e tudo mais que possa caracterizá-lo. Você pode conseguir essas respostas com entrevistas, pesquisas, enquetes, etc. Dessa forma, você terá a sua persona elaborada.

O próximo passo é mapear quais páginas ele mais abre, quais conteúdos ele mais acessa e, a partir disso, criar, por exemplo, uma publicidade que seja sutil, orgânica, que todos vão parar para ver e que, principalmente, os atinja. Você pode usar isso em outros modelos de negócios também.

A publicidade nativa vem do marketing e realmente dá certo, uma vez que consegue aumentar, no caso, o número de acessos e o interesse da audiência. Isso traz um grande benefício: fazer com que o seu cliente não perca tempo com anúncios que em nada alteram sua vida — o que acontecia com o outbound marketing, ou tradicional.

Lembre-se, então, para ter sucesso com a publicidade nativa, de fazer conteúdos que falem a língua de seu público e que estejam inseridos em contextos igualmente relevantes para esse segmento. Assim, você terá em suas mãos o interesse e desejo de um bom número de pessoas. Monetização será apenas questão de — pouco — tempo.

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